quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

BARRENTA 2003

Encontro de tocadores de concertina na Barrenta em 2003


Meia dúzia deles


















Aqui a minha corôa de glória! 

Com o Senhor Lário e o senhor Araújo do Soajo à minha esquerda.                                                                                                                                  

À minha direita o Senhor Luis do Bem Parece de Grândola, nessa altura já com cem anos ou por aí!. Depois o Senhor Bernardo Lopes Póvoa de Benavila, Aviz. 

E depois um senhor que conheço muito bem mas que não sei dizer quem é. Para a fotografia trocou a concertina com o Senhor Bernardo.

Lá atrás o nosso conhecido Hermano Carreira o grande impulsionador dos encontros da Barrenta.

Grupo alargado                                                













Mais gente conhecida

Ao meu lado esquerdo o Carvalhido e o Senhor das Castanholas Guisadas de Figueira de Castelo Rodrigo.

Também lá está o Senhor Moisés Eusébio. E Mais à frente a Natividade e um Ribeiro. 

E também o de Gulpilhares com o seu boné à não sei quê.

E todos os outros que ao olharem para esta imagem me podem ajudar a identificar.


Poderia chamar-lhes os precursores!

lopesdareosa

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Kepa Junkera em Viana ano 2002

Em 2002 Kepa Junkera esteve em Viana.

Houve um encontro de Concertinas promovido pelo INATEL.

Houve também missa em São Domingos 

E METEU CONCERTINAS!!!















lopesdareosa

Chema Puente

Rabelista do Cantábrico



Encontrei-o em Arsèguel no fim dos anos 90. 

Esteve conosco no Casino de Afife em 6 de Junho de 2004.

Com ele vieram do País Basco, Roberto Etxebarria na Triki e Kepa Arrizabalaga na pandeireta. Aqui numa imagem de 2009
                   
                                                                                                                                           
Na despedida, Chema Puente deixou-me este manuscrito com um texto de Gerardo Diogo sobre o Rio Douro.



ROMANCE DEL DUERO


lopesdareosa

sábado, 4 de janeiro de 2020

LA MARIPOSA

LA  MARIPOSA






















Foi-me apresentada como o Harmónio do Toca Tone!

Se alguma vez o terá sido seria então dos tempos das festas e romarias, dos bailes no Largo do Caixão e nos do regresso das cortas do argaço de que a minha Nai sempre me falou. 

Ou seja dos tempos áureos do Toca Tone!

No entanto esta fotografia tirada já no fim do século vinte apresenta o instrumento ainda com um bom aspecto pouco condizente com a má vida que o Toca Tone lhe teria dado!

Num sei quem tem este instrumento na actualidade. Mas tenho a certeza que ainda estará bem conservado nas mãos de quem o merece!

lopesdareosa

quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

MORREU O BENJAMIM DAS BOUROUAS

MORREU O BENJAMIM DAS BOUROUAS.

Num sei se é assim que se escreve. A casa, ali em Montedor, aos meus ouvidos soa desta maneira! 

(Minha mãe falava do patriarca, do Tio Joaquim lavrador que andava a cavalo e usava uma faixa vermelha à cintura.)

Morreu o Benjamim, o  último daquela a que eu chamava e continuo a chamar 

"A Ínclita Geração de Carreço"

Domingos -
" O Fandangueiro" de Pedro Homem de Mello

Manuel - 
O homem do Piano e do Vinho

Francisco -
Para mim o "Rapaz de Veludo" de Manuela Couto Viana.

 - Aquele que, no dizer de PHM, doou o seu corpo de rosas ao crespelho dos Açores 

Ver https://lopesdareosa.blogspot.com/2011/02/romance-do-rapaz-de-veludo-francisco.html

E

O Benjamim
Môço de lavoura na casa dos pais até perto dos trinta anos.
Deixou o mar, a veiga e o monte de Carreço apenas com a quarta classe! 
Jubilou das cátedras da Universidade!
Aprendera também com a leitura sentado no burro que o levava com os sacos do cereal a moer nos moinhos de Cabanas, por aquele caminho dos respectivos entre Paçô e Gateira.

E não sei se o Paulino tem tábuas suficientes para talhar o caixão em que a dimensão do Benjamim caiba!

tone do moleiro novo

sábado, 21 de dezembro de 2019

ARSÈGUEL 2005






























TROBADA 2005

Na mesa o António Ribas, ao seu lado esquerdo Kepa Junkera a fotografar o artista.

Este por seu lado tem à direita o João Barrigas de Gondarém de que se vê apenas a concertina.

O fotógrafo foi, como não poderia deixar de ser, o Ernesto Paço.

À mão da mão esquerda do António Ribas uma garrafa de MURALHAS! Uma das minhas companheiras de viagem!

Estive com o Kepa em Ponte da Barca em 2014. Eu e a Lai de Campos.

Há um ano,  Kepa Junkera sofreu um AVC na Bélgica.

Não tenho notícias do estado de saúde actual. 

As últimas deu-nos  Alex Font Navarro em AMIG@S DE KEPA JUNKERA

DO ALTO MINHO PARA O KEPA 
21/12/2019
Barros Lopes

terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Vilarinho da Furna II

O PRIMEIRO ESTÁ EM:

https://lopesdareosa.blogspot.com/2011/10/vilarinho-da-furna.html

E volto de novo! 

Por causa de tudo  o que agora se está a passar em Ribeira de Pena.

E é uma vergonha aquilo que se está a passar!
Espero que o António Ferro não ouça essa da minha vergonha!

Pois vou compará-la com aquela do tempo do Estado Novo, quando os de Vilarinho da Furna foram escorraçados da sua aldeia para nenhures e por dez reis de mel coado!

E chego à conclusão que em quarenta e cinco anos de democracia, Portugal pouco evoluiu nas actitudes e nos procedimentos! 

( Ás tantas ainda vão chegar à conclusão que Salazar e a primavera Marcelista estavam muito bem e não valia a pena aquele esforço da abrilada)

Os TEMPOS MODERNOS apenas trouxeram como novidade a proposta de alojar os desgraçados em contentores. Os de Vilarinho foram corridos sem destino!

De qualquer forma ( que poderia ser diferente de: uma forma qualquer) o Estado Português abandonou alguns dos seus cidadãos na luta contra uma empresa privada. Marralham o valor do seu património mas não pagam o transtorno da vida de cada um. Os tribunais nem querem saber disso o pois o legislador  nunca foi corrido de casa para que uma barragem fosse construída. 

Esta quanto tempo vai durar a gerar lucros à custa de todos nós e dos expropriados???

- Não daria, pelo menos para fazer dessas familias accionistas do projecto???

- Não daria para deslocar a própria aldeia proporcionando alojamento e trabalho aos expropriados antes do enchimento da barragem???

- Não se poderia ter evitado o actual todos daqui para fora que vamos inundar a coutada?

Mas esse procedimento era uso do tempo da Outra Senhora!

A de agora, pelos vistos, não é diferente!

PS 
- Há também agora aqueles que eu chamo de boleeiros.  

Chegando atrazados à história falam como se tivessem subido para o estribo logo na primeira estação. E ainda por cima dizem asneira.

Não é Vilarinho das Furnas!

É VILARINHO DA FURNA!

Antes de nós já tinha lá chegado Jorge dias (1948, Nasci três dias depois)



E antes da inundação nasceu lá muita gente.

 Este foi um d'entre muitos!


 - Manuel de Azevedo Antunes!




E quem não souber deste Senhor, que indague!

Cumprimentos labregos
tone do Moleiro Novo