quarta-feira, 15 de abril de 2026

A apropriação do léxico

 Em tempos já me diverti com o assunto.

A possibilidade de registar a nosso favor uma palavra ou um conjunto delas e depois impedir que outros utilizem esses mesmo elementos sem pagar direitos.

Imaginem esta situação.

Um autor, distraído decerto, publica um livro a que lhe dava o título de "VIANA, AMO-TE"

Daí para a frente, ás tantas, já ninguém mais poderia publicar um livro "VIANA. AMO-TE" nem que fosse uma tal donzela apaixonada por um tal VIANA!

As coisas num são bem assim, dirão os espertos!

Claro que não!

Se assim fosse, eu, para escrever um livro sobre OS LUSÍADAS, teria que pedir licença ao Camões.

As coisas num são bem assim, dirão os espertos!

Claro que não. Mas casos há em que alguém se arvora ou alguém arvora alguém como descobridor da pólvora.

Vem isto a propósito de uma última crónica de Ricardo Araújo Pereira no Expresso de 27 de Março de 2026.

Reportava-se a que em tempos de pandemia o "Público" tinha noticiado sobre a frase "vai ficar tudo bem" e que a  autora desta frase tinha sido a escritora e poetisa italiana Luciana Landolfi. E que este ...acto poético tinha contaminado o munto!!!

De facto:

Ver 

https://www.publico.pt/2020/05/31/sociedade/noticia/vai-ficar-bem-acto-poetico-contaminou-mundo-1918411

Já nessa altura comentei esta argentinisse (num me lembro onde) mas volto ao assunto já que o RAP também voltou.


Aqui chegado vou invocar BOB MARLEY e o seu "everything's gonna be alright"


https://www.youtube.com/watch?v=wYCpWblDKok

Esse também "autor" da dita frase e muito antes da tal senhora italiana.

Mas há muito boa gente que julga que o mundo começou quando nasceram!
 

sábado, 11 de abril de 2026

Santa Maria de Vinha de Areosa

 Parque de diversões dos poderes constituídos!

Como já tenho vários exemplos e evidências  de situações e atitudes, que tal o demonstram, vou começar a publicar, um de cada vez, como muito bem me aconselhava o Nosso Saudoso Amigo António Viana. 

Trago aqui o seguinte documento.


Trata-se de uma missiva dirigida ao Ilmo,  Exmo,  Senhor  Presidente da Câmara Municipal
(decerto de Vianna e já com Castelo)

Assinada pelo Prior João José da Silva Lima, por Domingos Martins Rua e José Martins (?) Pereira
(Isto em Arioza, 2 de Novembro de 1849)

E consta assim:

Satisfazendo ao Ofício de Va. Exa. de 27 de Outubro do corrente anno d'1849 em que se exige a autorização concedida aos moradores desta Freguesia para repartirem as fraldas ou vertentes de seus montados podemos enformar que todos os montados dos limites desta Frga. se achão comprehendidos na Provizão Régia que deve existir nos livros competentes da Camara Municipal por elle se paga o Respetivo foro; são usofroridas em commum pellos moradores a exsepção das fraldas vertentes outro sitios mais proximos as habitaçoens dos moradores porque estes forão devedidos em sortes por cada hum dos moradores, afim deneles se semear pinheiros e quada morador semeou asorte que lhe pertenceo enapoce della se conserva amuitos annos aproveitandose dos pinheiros semeados achando se porem os terrenos demarcados e abertos.

Ou seja, por alturas da divisão das Sortes Primitivas das quais existe um livro na Junta de Freguesia, foi necessário esclarecer o Ilustrissimo Excelentíssimo Presidente da Camara Municipal, que o Aforamento de 1825 que tal justificava, afinal deveria também existir nos livros competentes da própria Câmara. 
De tal já não se lembraria, em 1849 Sua Excelência, nem seria do seu conhecimento, muito embora fosse um documento assinado por Sua Excelência o Presidente da Câmara em 1825.

A graça seria repetida por volta de 1880 com os terrenos a Norte da Capela de Santa luzia.

A graça seria repetida por volta de 1900 aquando dos Terrenos da Carreira de Tiro.

E chegou aos nossos dias quando alguém teve a lata de me dizer que quem tinha construído o Hotel de Santa Luzia fora a Câmara. E que a Câmara era proprietária de um monte de terrenos para Norte do Hotel... ( que eu saiba, de nenhum)

Mas o divertimento não acaba por aqui! Tanto no Tempo como no Espaço!

Barros Lopes


O "sabichão"

Num daqueles arremessos de café, ( onde tudo é possível dizer  e nada ouvir e é sempre preferível tudo ouvir e nada dizer, pois o café é o sítio onde não se ganha guerra alguma), fui apelidado de "sabichão".

Valha-me o facto da coisa ter sido testemunhada e não teria hoje maneira de o demonstrar pois num tenho  por hábito (nem uso  tecnologia) para gravar as minhas conversas. Tenho enfrentado situações em que mais valeria dispor dessa prevenção.

Falando apenas daquilo que tenho a certeza e que posso demonstrar, deixo para a poesia o meu lado inventor!

Mas acontece que, por isso, o pessoal conclui ( erradamente) que eu sei tudo!

Num emano conhecimentos nem cultura,  nem sou fonte de onde jorre sabedoria. Sou apenas consumidor dessas coisas todas.

E porque tal, muito satisfeito ficaria se alguém me explicasse esta situação.

Areosa no BUPI segundo o CAOP 












No BUPI o Artigo 651                                                                                           - freguesia Viana do Castelo ( Santa Maria Maior, Monserrate) e Meadela                                                      em AREOSA












No BUPI o Artigo 653                                                                                           freguesia Viana do Castelo ( Santa Maria Maior, Monserrate) e Meadela                                                     em AREOSA












Reservo mais comentários para quando alguém me explicar a coisa!

Lopesdareosa

sábado, 28 de março de 2026

Alexandre Gomes

 Presidente da Junta de Freguesia do Soajo.

É  no Semanário AM ALTO MINHO de 19 de Março deste ano, que encontrei isto:

















E o que mais me chamou a atenção foi a fala do Senhor Alexandre Gomes que vai acima enquadrada a vermelho. O que comprova o que eu há já, há mais de  dez anos, publiquei.

https://lopesdareosa.blogspot.com/2012/11/para-onde-vao-as-vacas.html

Em cima de uma notícia no JN












https://lopesdareosa.blogspot.com/2015/11/acabar-com-ruralidade-por-decreto.html

Chamando a atenção para o facto dos PDMs não preverem áreas para instalações de apoio à agricultura.

- Instalações para armazenamento de produção.

- Instalações para gado

- Aparcamento de equipamento e máquinas

Mais tarde encontrei no Semanário AM ALTO MINHO esta no mesmo andamento:

Já em novembro 2018 uma curiosíssima observação de Manuel Carpinteira















Referia-se á dificuldade de construção de estábulos no Alto Minho minifundiário.

Que não deixa de ser surpreendente pois tendo sido Presidente da Câmara de Vila Nova de Cerveira de 1989 a 2013, decerto saberia dar a volta ao assunto pois  teria lá em Vila Nova resolvido o problema zonando convenientemente O PDM para dar resposta a esse problema!

Para onde vão as vacas não sabia Mário Almeida.

- Enviei uma mensagem  à Câmara de Vila do Conde propondo que fossem para onde o PDM de Vila do Conde tinha a coisa prevista!

Mas surpresa maior é o lamento actual do Senhor Alexandre Gomes.

- Então no Soajo, terra "abencerragem" orgulhosa da sua tradição e do seu gado não tem essa situação resolvida nos instrumentos legais de ordenamento do Territórial que respeite essa mesma identidade???

- Que seria do Soajo sem vacas, sem cabras, sem ovelhas,?  (como muito bem coloca o Senhor Alexandre Gomes)

Possivelmente por que se cagam muito, muito incomodarão os fódechinchos.

E esta epidemia já chegou às Argas!

Nota.

Em Santa Maria de Vinha de Areosa

Coloquei esta questão aquando da Revisão do PDM de Viana.

Coloquei esta questão aquando da aprovação do PIER.

Voltei a colocar esta questão em Fevereiro em sede de Revisão do PUC




quarta-feira, 25 de março de 2026

Vamos promover uma homenagem a Miguel Dantas

 Com uma missa de Acção de Graças!

Foi o homem que fez chegar o combóio a Paredes de Coura.

Hermano Saraiva dixit ao minuto 18:00




sábado, 21 de março de 2026

Por dizer viva S. Roque

 O meu Amigo João Cambão mandou-me isto!



O Senhor João Cambão companheiro de Meu Pai na policia de viana a cantar o que a Linda me tinha dito que ele cantava.

PUR DIZERE VIVA SÃO ROQUE 

Prenderume meu irmãognhe

Agora que o surtarum

Viva Sao Roque o o cãognhe

Com aquela terminação fonética que não tem representação na nossa ortografia.

Mas o mais espantoso é que os meus amigos Galegos cantam exatamente a mesma coisa!!!

Aqui os TREIXADURA com o Tino Baz, Resultados das Festas de Santo Amaro em Camposancos 1999.

Já tenho saudades da Guarda e do Trega.
Em Agosto estarei lá!





sábado, 14 de março de 2026

Souto de Moura

 Souto de Moura no Confiteor

( Apanhei esta no PÚBLICO de 4 de Março 

https://www.publico.pt/2026/03/04/culturaipsilon/entrevista/eduardo-souto-moura-quase-desenhar-casa-2166657















Esse auto flagelo está perfeitamente amortecido pela imagem bem disposta. 

E as mãos postas talvez sejam o único gesto  a pedir perdão por aquilo que desenham no estirador.

ÓH Homem! Num se mortifique! 

- Há mais por aí!

A única novidade que nos dá é o reconhecimento daquilo que toda gente já deu por ela!

Os caixotes num são assim tão discretos!

Mas...haja fé!

Pode ser que no "quase" esteja a sua redenção.

O que tem é que me dizer onde. 

tone do moleiro novo










segunda-feira, 9 de março de 2026

Turvos pensamentos

 

Lá vem a Nau Catrineta

Que tem muito que contar

Com o mar ninguém se meta

Muitos perigos há no mar

 

Se passar, deixa-o passar

O vulto da meia noite

Sem ter telhado que o acoite

Seu destino é vaguear

 

Mas há sempre quem se afoite

Quem enfrente a noite escura.

Quem se atreva pela noite

Matar a própria amargura

 

Se medonha a criatura

Maior será a coragem

Maior será a bravura

Pra vencer tal personagem.

 

Que siga a sua viagem

Pra ela todo o caminho

Que seja só de passagem

Fique o cravo sem espinho

 

A morte com seu ancinho

Acerca-se traiçoeira

Vai-te segue o teu caminho

Sai daqui da minha beira.

Minha hora há-de chegar

Comigo que não se meta

 

Sou como a nau Catrineta

Tenho muito que contar

 

tone do moleiro novo

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

São João das Cerejas 2011

 Já em tempos publiquei:

https://lopesdareosa.blogspot.com/2011/06/o-s-joao-das-cerejas.html

Mas encontrei esta recordação, graças ao Passarinho.

O Tio Evaristo de Santo Antão do Torno!

Esta do Santo Antão do Torno devo-a ao França e à sua mania de ler papeis que mais ninguém lê!

Com as minhas homenagens aos das Argas e à família do Senhor Evaristo

lopesdareosa

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Gente de Afife

 Eu se num visse num acreditava.

Já lá vai há vinte e seis anos!

(nos 170 anos de A AURORA DO LIMA não é nada)





Tone do Moleiro Novo



































sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Mudam-se os tempos, Mudam-se as vontades

 E vou aqui remeter para 

https://www.olharvianadocastelo.pt

Foi aqui que encontrei a maior parte da informação de que agora me sirvo.

Dona Maria, a segunda, Rainha de Portugal, a tal que fez dos autóctones , reles vilões, mui elevados cidadões... 

- Tanto que até lhes ofereceu um castelo para subir à torre das homenagens, passeata tão do agrado dos homens bons cá do burgo.

Mas isso foi em 1848. E Vianna, reconhecida ( ou talvez não como veremos) pegou  no  rossio, na praça da vila, no  terreiro e depois campo do forno e levou esses sítios todos, à crisma...

 - Praça da Rainha, foi o que a água benta abençoou!

Acontece que, pelos vistos e já em 1910, os ufanos vencedores republicanos, num perderam a mania e demonstrando uma surpreendente ingratidão pela nossa mui liberal Rainha e num desagrado mesquinho toca a mudar de novo o nome da eira.

Passou a Praça da República.

A coisa ficou registada.

Pelo que posso fazer um daqueles Antes e Depois tão do agrado do Nosso António Martins Viana. Com a novidade de haver uma transição

ANTES



Transição








Depois  







Já agora muito gostaria de saber se o Nosso José Caldas comentou o feito e/ou saber também o que é que passou pela cabeça dos de biana para fazerem esta desfeita à Rainha!

( Fazer a desfeita - Gostei desta)

lopesdareosa





quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

A história do sapo que foi esmagado por um carro quando atravessava a estrada

Imagem em https://charcoscomvida.pt/animals/sapo-comum/





Passou-se na Estrada Real. 

O carro era um destes pós atómico mas ainda pré electrico. Motor de combustão interna, quatro tempos, árvore de cames à cabeça, travões de disco nas quatro rodas. Servo freio e direcção assistida. 

Mas,  um sapo que tentava atravessar a estrada, foi esmagado pelo carro.

Imagem impressionante. O Sapo, bicho nojento, que me tinha deixado as mãos a arder em bolhas no tempo em que as metia nos buracos da terra sem qualquer motivo para tal que não fosse brincadeira de quem num tinha mais com que brincar.

Mais tarde descobrira que os Sapos num fazem mal a ninguém, e que até ajudam a cuidar dos jardins e outras hortaliças.

Senti pena do sapo que, ao tentar atravessar a estrada, tinha sido esmagado por um carro. E resolvi escrever um livro sobre um sapo que, ao tentar atravessar a estrada, tinha sido esmagado por um carro.

Fui à NET indagar se alguém já tinha escrito um livro  sobre um sapo que, ao tentar atravessar a estrada, tinha sido esmagado por um carro.

Tencionava intitular o meu livro 

" Esta é a história do sapo que, quando tentava atravessar a estrada, foi esmagado por um carro" " .

Poderia acontecer já existir tal designação e eu ser acusado de plágio.

( Essa de aquisição do léxico disponível por via legal, nunca entendi.) 

Mas fiquei descansado quando dei conta que;

Pär Lagerkvist tinha escrito Sibyllan (A Sibila,) em 1956 e que Agostina Bessa-Luis tinha escrito "A Sibila" em 1954. 

Duas coisas certas; ganhámos aos suecos e a Nossa Nobel da Literatura num pôs algum processo ao seu Pär.

Encontrei sim um outro talvez relacionado

"O último minuto na vida de Saramago".
Uma vida irrepetível revisitada mesmo antes da morte

Já estão a ver. 
Também do sapo tinham sido os últimos instantes da sua vida. Possivelmente teria até atravessado um campo deles.

Mais descansado fui à gráfica, pedi orçamento para uma edição de quinhentos exemplares, e apresentei o "projecto". da minha "História do sapo que, quando tentava atravessar a estrada, foi esmagado por um carro".

Tinha capa, depósito legal e ISBN

Uma nota introdutória de Adelaige Graça  a quem tinha pedido as suas recomendações. Escrevera um livro sobre a SARAMELA PINTAS conhecida decerto daquele  sapo que, quando tentava atravessar a estrada, tinha sido esmagado por um carro.
E lá consegui editar o meu livro sobre a história do sapo que, quando tentava atravessar a estrada, foi esmagado por um carro" 

Houve uma apresentação. 

Esteve presente a vereadora da cultura em representação de sua excelência o senhor presidente que, encobrindo a pouca consideração pelo autor, conseguia dessa forma demonstrar que tinha coisas mais importantes com que se importar.

Foi feito o lançamento do meu  livro.                                                          Num identifiquei quem teve a sorte de o apanhar.


O livro não tinha mais que cinquenta páginas. 
Mas estava lá tudo sobre o sapo que, quando tentava atravessar a estrada, fora esmagado por um carro".

Ainda girino depois adolescente e por fim a parte mais interessante, quando encontrou a sapa da sua vida e lhe assapou de tal forma que mais sapinhos apareceram no sapal.

 E, na última página, estava expresso numa só palavra como é que acabara a vida de um sapo que, quando tentava atravessar a estrada, fora esmagado por um carro". Tudo NUMA SÓ PALAVRA

FIM

Nota
Mesmo assim e apesar de tudo, este acontecimento em nada alterou a rotina aborrecida dos distraídos.
Na estrada real continuaram a passar carros

E os sapos continuaram a ser esmagados quando tentavam atravessar a estrada.

tone do moleiro novo



 

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Morreu Orlando Raimundo

 Dos Jornais, JN e SOL.

Acontece.

E a nossa relação emocional com a morte distancia-se directamente proporcional à distância dos nossos que nos estão mais próximos.

Os antropólogos, sociólogos e outros tudólugos, poderão explicar o "fenómeno" melhor que eu.

Mas todos temos os nossos próximos. E aos de Orlando Raimundo os meus respeitos.

Mas o Homem parte e a obra fica. E quanto e esta e à  a  que a Orlando Raimundo diz respeito já me pronunciei em tempos.               Mais precisamente a "António Ferro o inventor do Salazarismo"


No entanto e apesar dos créditos de Orlando Raimundo num posso deixar de continuar a manifestar a minha surpresa perante três invenções de  António Ferro

Primeira

“ Associada à extracção do ouro, no Norte do País, a filigrana parece ter surgido pela primeira vez na Póvoa do Lanhoso, sendo depois integrada, por acção dos folcloristas da propaganda, no traje tradicional das mulheres do Minho.”

Segunda

“Forjam-se em vez disso, tradições como a ostentação de ouro nas minhotas da Senhora da Agonia…  sinais exteriores de uma riqueza inexistente.”

Terceira

“Ferro, recorre ao talento e á criatividade de Bernardo Marques para inventar o novo estilo, e é assim que surge a exuberância de cores do Rancho de Santa Marta”                               

Caramba. 

O Senhor Orlando Raimundo nem sequer deitou sentido aos pintores do século dezanove/vinte. Roque Gameiro, Malhôa... 

ou a "Nossa Afifense" Susanna Roope Dockery

 Também seriam daltónicos.

Enfim. Como inventor o próprio António Ferro foi ultrapassado por Orlando Ribeiro. Este conseguiu inventar as invenções daquele!


Termino agora como então

E a mim o que me preocupa não é a ignorância do Sr. Raimundo ( ou pelo menos o seu desleixo)! O que me preocupa é que daqui a cem anos se vai ler o que foi publicado hoje na capital do império (este já vai na segunda edição!). Ninguém vai deitar sentido ao que o desvairado do Lopes alguma vez possa ter dito ou escrito na NET.!

lopesdareosa




sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Está um frio do carallo!

 

É urgente

Qualquer coisa quente.

Com que a gente

Aguente

Este tempo frio.

 

Não é com Serro Frio

Nem vinho frizante

Que eu neste instante

Atesto o vazio

 

O mar vai um cão

No ar tempestade

 ao meu coração

o Sol chegar há-de

 

Será este inverno?

Será no verão?

E no meu caderno

anotadas estão.

                                  As datas perdidas

                                  Esperadas em vão






domingo, 18 de janeiro de 2026

João Aguardela 18 de Janeiro de 2009

 Festas de Santo Amaro nas redondezas.

Em Fornelos Vinho Branco com Figos.

Em Vila Fria festa não havia se num houvesse porrada!

Eu vou ao das Bouças aqui em Riba de Âncora.


Em 2009 morria João Aguardela.

Graças também à loucura de Zé Zé Fernandes ficou o VINHO DA NAÇÃO.

Uma Obra Prima. 

Com o Delfim.

E o Senhor Candeias.



sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

A vida depois da morte

 Já muito tenho lido acerca deste assunto.

E já passei por aqueles instantes em que, pressentindo iminência da morte, vi passar na frente dos meus olhos o filme da minha vida. Com todos os detalhes; sítios, pessoas, conversas, acontecimentos...e depois uma paz imensa ao pressentir que tudo se acabava alí...

Mas não! 

Sobrevivi para contar.

No entanto esta realidade, que só é possível relatar porque afinal de contas não morremos, é muitas vezes invocada como sensações Póst- Mortem. (curiosa contradição)

Acontece que, afinal sempre, me perguntarei se existe, ou não,  vida depois da morte.

E chego à conclusão que não!

Porque...

...todos aqueles que se vão e que nos conhecem (ou conheceram) decerto seriam solidários com a nossa desdita tomando em conta tudo  aquilo por que também passaram na sua passagem por estas bandas e desde a sua quinta dimensão dar-nos-iam uma ajuda na sua condição de almas libertadas. 

Como p.e. guiar-nos no acerto dos números do EUROMILHÕES.

Mas NÃO!

A não ser que existe mesmo a tal vida para além da morte e que os nossos extintos amigos o sejam também da onça!

JÁ QUE FOMOS PHODIDOS NA VIDA!

- PHODAM-SE VOCÊS TAMBÉM!