Eu se num visse num acreditava.
Já lá vai há vinte e seis anos!
(nos 170 anos de A AURORA DO LIMA não é nada)
Eu se num visse num acreditava.
Já lá vai há vinte e seis anos!
(nos 170 anos de A AURORA DO LIMA não é nada)
E vou aqui remeter para
https://www.olharvianadocastelo.pt
Foi aqui que encontrei a maior parte da informação de que agora me sirvo.
Dona Maria, a segunda, Rainha de Portugal, a tal que fez dos autóctones , reles vilões, mui elevados cidadões...
- Tanto que até lhes ofereceu um castelo para subir à torre das homenagens, passeata tão do agrado dos homens bons cá do burgo.
Mas isso foi em 1848. E Vianna, reconhecida ( ou talvez não como veremos) pegou no rossio, na praça da vila, no terreiro e depois campo do forno e levou esses sítios todos, à crisma...
- Praça da Rainha, foi o que a água benta abençoou!
Acontece que, pelos vistos e já em 1910, os ufanos vencedores republicanos, num perderam a mania e demonstrando uma surpreendente ingratidão pela nossa mui liberal Rainha e num desagrado mesquinho toca a mudar de novo o nome da eira.
Passou a Praça da República.
A coisa ficou registada.
Pelo que posso fazer um daqueles Antes e Depois tão do agrado do Nosso António Martins Viana. Com a novidade de haver uma transição
ANTES
Imagem em https://charcoscomvida.pt/animals/sapo-comum/
Passou-se na Estrada Real.
O carro era um destes pós atómico mas ainda pré electrico. Motor de combustão interna, quatro tempos, árvore de cames à cabeça, travões de disco nas quatro rodas. Servo freio e direcção assistida.
Mas, um sapo que tentava atravessar a estrada, foi esmagado pelo carro.
Imagem impressionante. O Sapo, bicho nojento, que me tinha deixado as mãos a arder em bolhas no tempo em que as metia nos buracos da terra sem qualquer motivo para tal que não fosse brincadeira de quem num tinha mais com que brincar.
Mais tarde descobrira que os Sapos num fazem mal a ninguém, e que até ajudam a cuidar dos jardins e outras hortaliças.
Senti pena do sapo que, ao tentar atravessar a estrada, tinha sido esmagado por um carro. E resolvi escrever um livro sobre um sapo que, ao tentar atravessar a estrada, tinha sido esmagado por um carro.
Fui à NET indagar se alguém já tinha escrito um livro sobre um sapo que, ao tentar atravessar a estrada, tinha sido esmagado por um carro.
Tencionava intitular o meu livro
" Esta é a história do sapo que, quando tentava atravessar a estrada, foi esmagado por um carro" " .
Poderia acontecer já existir tal designação e eu ser acusado de plágio.
( Essa de aquisição do léxico disponível por via legal, nunca entendi.)
Mas fiquei descansado quando dei conta que;
Pär Lagerkvist tinha escrito Sibyllan (A Sibila,) em 1956 e que Agostina Bessa-Luis tinha escrito "A Sibila" em 1954.
Duas coisas certas; ganhámos aos suecos e a Nossa Nobel da Literatura num pôs algum processo ao seu Pär.
Encontrei sim um outro talvez relacionado
"O último minuto na vida de Saramago".Dos Jornais, JN e SOL.
Acontece.Segunda
Terceira
“Ferro, recorre ao talento e á criatividade de Bernardo Marques para inventar o novo estilo, e é assim que surge a exuberância de cores do Rancho de Santa Marta”
Caramba.
O Senhor Orlando Raimundo nem sequer deitou sentido aos pintores do século dezanove/vinte. Roque Gameiro, Malhôa...
ou a "Nossa Afifense" Susanna Roope Dockery
Também seriam daltónicos.
Enfim. Como inventor o próprio António Ferro foi ultrapassado por Orlando Ribeiro. Este conseguiu inventar as invenções daquele!
Termino agora como então
É urgente
Qualquer coisa quente.
Com que a gente
Aguente
Este tempo frio.
Não é com Serro Frio
Nem vinho frizante
Que eu neste instante
Atesto o vazio
O mar vai um cão
No ar tempestade
ao meu coração
o Sol chegar há-de
Será este inverno?
Será no verão?
E no meu caderno
anotadas estão.
As datas perdidas
Esperadas em vão
Festas de Santo Amaro nas redondezas.
Em Fornelos Vinho Branco com Figos.
Em Vila Fria festa não havia se num houvesse porrada!
Eu vou ao das Bouças aqui em Riba de Âncora.
Em 2009 morria João Aguardela.
Graças também à loucura de Zé Zé Fernandes ficou o VINHO DA NAÇÃO.
Uma Obra Prima.
Com o Delfim.
E o Senhor Candeias.
Já muito tenho lido acerca deste assunto.
E já passei por aqueles instantes em que, pressentindo iminência da morte, vi passar na frente dos meus olhos o filme da minha vida. Com todos os detalhes; sítios, pessoas, conversas, acontecimentos...e depois uma paz imensa ao pressentir que tudo se acabava alí...
Mas não!
Sobrevivi para contar.
No entanto esta realidade, que só é possível relatar porque afinal de contas não morremos, é muitas vezes invocada como sensações Póst- Mortem. (curiosa contradição)
Acontece que, afinal sempre, me perguntarei se existe, ou não, vida depois da morte.
E chego à conclusão que não!
Porque...
...todos aqueles que se vão e que nos conhecem (ou conheceram) decerto seriam solidários com a nossa desdita tomando em conta tudo aquilo por que também passaram na sua passagem por estas bandas e desde a sua quinta dimensão dar-nos-iam uma ajuda na sua condição de almas libertadas.
Como p.e. guiar-nos no acerto dos números do EUROMILHÕES.
Mas NÃO!
A não ser que existe mesmo a tal vida para além da morte e que os nossos extintos amigos o sejam também da onça!
JÁ QUE FOMOS PHODIDOS NA VIDA!
- PHODAM-SE VOCÊS TAMBÉM!