Em 2022 publicava eu, a meio do melhor dos meses.
https://lopesdareosa.blogspot.com/2022/09/triste-sina-do-pensador-num-poema-curto.html
TRISTE SINA DO PENSADOR NUM POEMA CURTO
Vendo-me ninguém me compra
ofereço-me
ninguém me quer
disfarço-me
todos me matam
Mato-me ninguém me salva
Fujo-me ninguém me segue
Venho-me ninguém me espera
E se alguém me phode ninguém me acode
(quedando-me sem me poder mexer
sento-me numa pedra por questões de segurança)
Logo repeti no feicebuque.
Depois o Homem dos equinócios e dos solstícios de Vila Nova, num perdeu tempo.





