quarta-feira, 23 de outubro de 2019

O NOME DAS COISAS

Acho o tema tão interessante que a ele volto!

E lembro agora O NOME DA ROSA, aquele livro espantoso do já falecido italiano Humberto Eco.

De reparar que não lhe chamou O NOME DAS ROSAS!      

Da mesma forma vou optar por outro título


O NOME DA COISA

Tudo e porque encontrei, na publicidade, um cartaz envergonhado ali para os lados de Monção!


Mas não muito longe, em Pias mais precisamente, há uma gente que não está com tantos pruridos urbanóides.


E chama a COISA pelo nome.
E como o nome das coisas, dizem, sempre tem a ver com a COISA propriamente dita, eu sempre também direi que sim!

E a História que me contam é que sempre a história se pode comparar com uma FÓDA!

Quando se compra o anho, o bicho é tão caro, que pagá-lo é uma fóda!

Quando se amanha e cozinha o anho, o processo é tão trabalhoso e tão afadigado que os (as) cozinheiros (as)  comparam  a empreitada a uma fóda!

E que quando se come a coisa é tão  boa que sabe a fóda!

Da minha parte encontrei na COISA um manifesto da existência de DEUS.

Quando pela primeira vez a comi, achei a COISA tão divinal que cheguei à conclusão que só poderia ter sido inventada
por uma divindade!

( Como é evidente a coisa a que me estou a referir é                           AO CORDEIRO À MODA DE MONÇÃO!)

tone do moleiro novo

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