domingo, 11 de fevereiro de 2018

Zé Amorim - Zé da Garrida


Gente que não era do faz de conta|



O Rogério da Ângela da Maranhão ofereceu-me esta imagem de seu pai, Zé Amorim aqui acompanhado pela Cila do Mário da Farrapeira. Ela das das Manças. A concertina era do o Henrique da Garrida, avô do Rogério. Os irmãos do tocador da fotografia,  o João da Loura e o Domingos da Sampaia, também tocavam concertina.

Por mero acaso a Anabela mostrou-me, no meio dos papeis de seu pai, a fotografia que segue e que eu procurava pois está publicada em diversas ocasiões de que lhes perdi o rasto.

A concertina já não era a do Ferrinhos, ali par os lados de Piães. É uma Hohner daquelas que eu tenho quatro.

As mulheres de Afife que o acompanham, de quem me lembro, mas onde apenas reconheço a Maria Catônha, não posso garantir mas sei ao certo que não iam na parada por acaso nem a representar coisa nenhuma. Eram mesmo daquelas que iam ao mar ao argaço!

Mas como o Rogério me vai guiar pela gente de Afife, eu chego lá!


lopesdareosa

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