Querem saber mais vão a...
https://lopesdareosa.blogspot.com/2018/07/a-evidencia-das-citacoes-ou-as-citacoes.html
lopesdareosa
segunda-feira, 23 de julho de 2018
A evidência das citações ou as citações da evidência.
Não sou muito de citações!
Logo um dos "aforismos" mais notáveis que encontrei
" Era um fulano tão pequeno, tão pequeno .... que não lhe cabia a menor dúvida"
Tudo isto também porque nestes dias li Rentes de Carvalho no EXPRESSO ( quinta feira dia 19 de Julho )
que termina citando Schiller (1759-1805) nos avisou, de que
“Contra a ignorância até os deuses lutam em vão”.
Até Lug acrescentaria eu!
Acontece que neste sábado 21 de Julho, no JN, li Miguel Conde Coutinho sobre a a Verdade citando Hannah Arendt
Que pode ser lido na íntegra e em Inglês em:
https://idanlandau.files.wordpress.com/2014/12/arendt-truth-and-politics.pdf
No entanto dou valor a todos os que manifestam um particular poder de síntese ao condensarem numa frase aquilo que, se fosse eu a explicar, necessitaria de preencher um A4.
Logo um dos "aforismos" mais notáveis que encontrei
" Era um fulano tão pequeno, tão pequeno .... que não lhe cabia a menor dúvida"
O curioso é que nem sei a origem de tal. No entanto há diversas personagens a quem esta vestimenta lhes assentaria que nem uma luva. Destaco uma em quem isto se verifica com a particularidade de ela própria, a personagem, ter reconhecido isso mesmo. Dispenso-me de a explicitar dado que não utilizo esta prateleira para guardar lixo.
Mas há outras
"Mesmo que a realidade resplandeça sempre se baterão os homens na ténue fronteira das interpretações"
Ou aquela.
"Tristes os nossos dias em que a própria evidência tem de ser demonstrada."
Assim ou mais ou menos no dizer daqueles autores que julgo serem Espanhóis.
Tudo isto também porque nestes dias li Rentes de Carvalho no EXPRESSO ( quinta feira dia 19 de Julho )
"Infelizes... aqueles .... que inutilmente se esforçam por lutar contra a poderosa corrente da parvoíce, pois dominante como já é na sociedade, bem se dispensava vê-la também abençoada pelos que governam, e levanta sérias dúvida sobre o desenvolvimento cerebral e as capacidades intelectuais dos mesmos"
que termina citando Schiller (1759-1805) nos avisou, de que
“Contra a ignorância até os deuses lutam em vão”.
Até Lug acrescentaria eu!
Acontece que neste sábado 21 de Julho, no JN, li Miguel Conde Coutinho sobre a a Verdade citando Hannah Arendt
Que pode ser lido na íntegra e em Inglês em:
https://idanlandau.files.wordpress.com/2014/12/arendt-truth-and-politics.pdf
"The chances of factual truth surviving the onslaught of power
are very slim indeed; it is always in danger of being maneuvered out of the world not only for a
time but, potentially, forever.
Facts and events are infinitely more fragile things than axioms,
discoveries, theories – even the most wildly speculative ones – produced by the human mind;
they occur in the field of the ever-changing affairs of men, in whose flux there is nothing more
permanent than the admittedly relative permanence of the human mind’s structure. Once they are
lost, no rational effort will ever bring them back. Perhaps the chances that Euclidean
mathematics or Einstein’s theory of relativity – let alone Plato’s philosophy – would have been
reproduced in time if their authors had been prevented from handing them down to posterity are
not very good either, yet they are infinitely better than the chances that a fact of importance,
forgotten or, more likely, lied away, will one day be rediscovered."
Mas Miguel Conde Coutinho vai mais longe e ele próprio dita uma "sentença" que não fica atrás de todas as outras citadas.
"A verdade, ou a verdade que sobra depois de todas as outras, é realmente assunto do Homem e é assunto sério, tão sério quanto a História - que quase sempre é mais um conjunto de verdades circunstanciais do que a circunstância registada como verdade. Mudar a narrativa a seu favor é um objectivo inscrito no código genético do poder..." etc...etc...etc
(A seguir, nesta prateleira, virá qualquer coisa em que tudo será mais compreensível)
lopesdareosa
sexta-feira, 15 de junho de 2018
Urbi et Orbi
Como fui ouvido como testemunha no caso dos limites de Areosa com Monserrate.
Como ouvi na presença ( e tenho a respectiva gravação) as declarações de outros testemunhos sem que pudesse, também como testemunha, interferir ou contraditar essas declarações - o processo não o permite! - :
Venho informar todos aqueles que se possam interessar pelo assunto daquilo que seriam as minhas considerações acerca de (quase) tudo aquilo que ouvi e que ao processo me está vedado fazer chegar.
Trata-se de um documento dinâmico que vai ser e sendo enriquecido com o tempo.
Servirá de base para um trabalho mais detalhado sobre Areosa e seus arredores.
Por isso será sempre acrescentado com notas complementares aos itens constantes ou também com novos itens.
Como nota final vou contar-vos um episódio passado na Assembleia de Freguesia de Areosa.
Numa reunião, enquanto Presidente, ( e consta na respectiva acta) amargurei um dia que me considerava um fracassado como autarca - mas que iria dar um bom historiador.
Não o sou de papel passado. Nem tão pouco sou farol de cultura. Desta, sou apenas consumidor e espero sempre, dos outros, que alguém me ensine alguma coisa como me ensinou o Mário Viana.
Mas estou mesmo convencido que se o fosse daria um bom historiador.
Dada a paisagem não seria dos piores.
Ver ao que me refiro AQUI
tone do moleiro novo I - O Chato.
Como ouvi na presença ( e tenho a respectiva gravação) as declarações de outros testemunhos sem que pudesse, também como testemunha, interferir ou contraditar essas declarações - o processo não o permite! - :
Venho informar todos aqueles que se possam interessar pelo assunto daquilo que seriam as minhas considerações acerca de (quase) tudo aquilo que ouvi e que ao processo me está vedado fazer chegar.
Trata-se de um documento dinâmico que vai ser e sendo enriquecido com o tempo.
Servirá de base para um trabalho mais detalhado sobre Areosa e seus arredores.
Por isso será sempre acrescentado com notas complementares aos itens constantes ou também com novos itens.
Como nota final vou contar-vos um episódio passado na Assembleia de Freguesia de Areosa.
Numa reunião, enquanto Presidente, ( e consta na respectiva acta) amargurei um dia que me considerava um fracassado como autarca - mas que iria dar um bom historiador.
Não o sou de papel passado. Nem tão pouco sou farol de cultura. Desta, sou apenas consumidor e espero sempre, dos outros, que alguém me ensine alguma coisa como me ensinou o Mário Viana.
Mas estou mesmo convencido que se o fosse daria um bom historiador.
Dada a paisagem não seria dos piores.
Ver ao que me refiro AQUI
tone do moleiro novo I - O Chato.
quarta-feira, 30 de maio de 2018
O Arco de Santo António
Tenho vergonha que o meu nome sirva para isto:
JN de ontem 29 de Maio de 2018.
Primeira pergunta
- Como é possível que uma estrutura destas custe hoje entre seis e sete mil euros para
que se possa reduzir em cinco mil e passar a custar entre mil e dois mil euros???
Segunda pergunta
- Para que é necessária uma equipa italiana para estudar o assunto???
Terceira pergunta
- A engenharia portuguesa não terá habilitações para tal?
Minha proposta ( face aos exemplos que conheço)
Forneçam-me o projecto ( ou então faço-o eu!) que me comprometo a construir arcos por novecentos euros. Meto quatrocentos limpos ao bolso. Com os outros quinhentos compro o material, corto, maquino, monto e soldo e ainda sobra dinheiro.
Nota importante: Atenção isto em aço normal. Se for em ouro não consigo garantir esse preço! Nem tão pouco me venham com a treta da envergadura dos tractores. Estou a falar na mediania!
- AH! mas é necessário que o arco esteja homologado!!!!
Imaginem agora a empresa ou empresas que obtiverem o tal direito à homologação.
Irão fabricá-los em ouro decerto!
Depois os desgraçados de sempre pagarão as respectivas multas.
Uns por não levarem o Arco.
Os outros, apesar de o levarem, por não estar homologado. (Mesmo que sirva para evitar os tais acidentes).
Nota da redacção
Vão a
https://www.olx.pt/anuncio/santo-antnio-arco-de-segurana-para-tractores-IDyJCl9.html
que arranjam um por 75,50 Euros ( lá se vai o meu negócio!)
tonedomoleironovo I - O Chato
JN de ontem 29 de Maio de 2018.
Primeira pergunta
- Como é possível que uma estrutura destas custe hoje entre seis e sete mil euros para
que se possa reduzir em cinco mil e passar a custar entre mil e dois mil euros???
Segunda pergunta
- Para que é necessária uma equipa italiana para estudar o assunto???
Terceira pergunta
- A engenharia portuguesa não terá habilitações para tal?
Minha proposta ( face aos exemplos que conheço)
Forneçam-me o projecto ( ou então faço-o eu!) que me comprometo a construir arcos por novecentos euros. Meto quatrocentos limpos ao bolso. Com os outros quinhentos compro o material, corto, maquino, monto e soldo e ainda sobra dinheiro.
Nota importante: Atenção isto em aço normal. Se for em ouro não consigo garantir esse preço! Nem tão pouco me venham com a treta da envergadura dos tractores. Estou a falar na mediania!
- AH! mas é necessário que o arco esteja homologado!!!!
Aqui é que a porca torce o rabo. Já estão a ver! No seguimento da notícia coloca-se a hipótese de oitenta mil tractores serem obrigados a montar os tais arcos. Isto quer dizer que custando, cada, em média mil e quinhentos euros ( pelo barato e com o tal desconto) está em causa, no limite, um negócio de cento e vinte milhões de euros (120 000 000 Euros).
Irão fabricá-los em ouro decerto!
Depois os desgraçados de sempre pagarão as respectivas multas.
Uns por não levarem o Arco.
Os outros, apesar de o levarem, por não estar homologado. (Mesmo que sirva para evitar os tais acidentes).
Nota da redacção
Vão a
https://www.olx.pt/anuncio/santo-antnio-arco-de-segurana-para-tractores-IDyJCl9.html
que arranjam um por 75,50 Euros ( lá se vai o meu negócio!)
tonedomoleironovo I - O Chato
quinta-feira, 24 de maio de 2018
Morreu António Arnaut
E aparecerem as carpideiras do costume!
Dizem que foi o Pai do SNS - Serviço Nacional de Saude.
Mas esquecerem que aquando da aprovação do diploma que o criou, VOTARAM CONTRA!
Em 17 de Maio de 1979 aquando da aprovação do projecto de Lei nº 157/I sobre o SNS que daria lugar à Lei 56/79 Votaram contra: o CDS e o PSD de Marcelo Rebelo de Sousa.
E a Lei 56/79 lá saiu e o SNS foi instituído!
Mas já em 1990 os que em 1979 votaram contra apanharam-se na mó de cima, aprovaram e fizeram publicar em 24 de Agosto a
Lei n.º 48/90, Ver Diário da República n.º 195, I Série, de 24.08.1990
Que mais não foi que uma porta de abertura para o desmantelamento do SNS.
Verhttps://observador.pt/2015/12/27/ps-lembra-marcelo-votou-lei-bases-do-servico-nacional-saude/
Já em 2017 Marcelo Rebelo de Sousa é operado de urgência, a uma hérnia, no hospital Curry Cabral, no âmbito do SNS. Os elogios ao SNS estão enquadrados em
http://guardiao-ao.com/index.php/2017/12/31/marcelo-rebelo-de-sousa-elogia-servico-nacional-de-saude-a-saida-do-hospital/
da seguinte maneira:
QUOTE
Muito recentemente a 16 novembro 2017, António Arnaut e João Semedo lançam o livro
"O Presidente da República lamentou hoje a morte do antigo ministro António Arnaut, lembrando-o como um “cidadão impoluto” que foi um “lutador pela liberdade e pela democracia” e “criador do Serviço Nacional de Saúde (SNS)”.
Mais à frente:
Nota da redacção
"Aparecerem e "Esquecerem", no primeiro e terceiro parágrafo é bem escrito! É a consequência do AO que eu fiz com Jorge Jesus que por sua vez deu forma universal ao "forem ao mar e não trouxerem peixe" da nossa Ribeira!
Dizem que foi o Pai do SNS - Serviço Nacional de Saude.
Mas esquecerem que aquando da aprovação do diploma que o criou, VOTARAM CONTRA!
Em 17 de Maio de 1979 aquando da aprovação do projecto de Lei nº 157/I sobre o SNS que daria lugar à Lei 56/79 Votaram contra: o CDS e o PSD de Marcelo Rebelo de Sousa.
E a Lei 56/79 lá saiu e o SNS foi instituído!
Mas já em 1990 os que em 1979 votaram contra apanharam-se na mó de cima, aprovaram e fizeram publicar em 24 de Agosto a
Lei n.º 48/90, Ver Diário da República n.º 195, I Série, de 24.08.1990
Que mais não foi que uma porta de abertura para o desmantelamento do SNS.
Depois, como candidato presidencial, Marcelo Rebelo de Sousa proclamou em 2015, em tempo de propaganda eleitoral, que sempre tinha apoiado o Estado Social e que tinha votado a favor da Constituição de 1976. Invocando perante as câmaras das televisões ter já uma idade considerável e que, desde o início, sempre ele e o seu partido tinham apoiado o SNS. Escamoteando que o partido a de onde vinha tinha votado em 1979 contra o SNS. E que esse mesmo partido tinha promovido a tal Lei 48/90 que abria a porta ao desmantelamento desse mesmo SNS.
Já em 2017 Marcelo Rebelo de Sousa é operado de urgência, a uma hérnia, no hospital Curry Cabral, no âmbito do SNS. Os elogios ao SNS estão enquadrados em
http://guardiao-ao.com/index.php/2017/12/31/marcelo-rebelo-de-sousa-elogia-servico-nacional-de-saude-a-saida-do-hospital/
da seguinte maneira:
QUOTE
O Presidente da República elogiou hoje o Sistema Nacional de Saúde (SNS), onde disse ter sido tratado de forma “inexcedível”, à saída do Hospital Curry Cabral, em Lisboa, depois de operado na quinta-feira a uma hérnia umbilical.
Marcelo Rebelo de Sousa agradeceu à equipa médica, pessoal de apoio, à unidade hospitalar “e, no fundo, ao SNS” o apoio e a forma “inexcedível” como foi tratado nestes três dias de internamento.O Presidente manifestou-se “feliz por ter feito uma escolha” que foi a de fazer a sua intervenção cirúrgica no SNS, “onde era natural que fosse”.
“Com todos os altos e baixos, o que tem de bom e o que tem de mau, o SNS é uma conquista da democracia portuguesa muito importante e eu desejo as maiores felicidades agora, neste começo de ano em que vai ter, como é todos os anos, um surto de gripe para enfrentar e certamente enfrentará bem”, afirmou o Presidente.UNQUOTE
Muito recentemente a 16 novembro 2017, António Arnaut e João Semedo lançam o livro
Salvar o SNS - Uma Nova Lei de Bases da Saúde Para Defender a Democracia.
Propondo-se neste, recuperar o SNS e devolver aos cidadãos uma saúde pública
digna de uma democracia sã.
António Arnaut morre! Aparecem os louvaminhices dos que sempre desprezaram a obra do Homem muito embora de algo dela tivessem tirado vantagens. Ver em
"O Presidente da República lamentou hoje a morte do antigo ministro António Arnaut, lembrando-o como um “cidadão impoluto” que foi um “lutador pela liberdade e pela democracia” e “criador do Serviço Nacional de Saúde (SNS)”.
Mais à frente:
"O Presidente da República destacou a forma como o socialista era “sensível à justiça e à solidariedade”, acrescentando: “Daí ser o criador do SNS que é, porventura, uma das expressões máximas da solidariedade social acolhida na nossa Constituição”.
Não sem antes dizer;
"Em declarações aos jornalistas, à saída do quartel dos bombeiros de Vila Nova de Tazem, no concelho de Gouveia, distrito da Guarda, Marcelo Rebelo de Sousa salientou que António Arnaut foi “proponente de uma reforma do SNS há muito pouco tempo”.
O que é um espanto. Dado que a reforma do SNS que Arnaut propôs em Dezembro que fosse feita era precisamente para reformar não o seu SNS de 1979, (não aprovado pelo partido do Marcelo), mas sim o SNS de 1990 aprovado no tempo das vacas gordas do Cavaquismo! - Lembram-se???
Para que não haja dúvidas aqui vai a mensagem que Arnaut enviou ao III Congresso da Fundação Para a Saúde SNS, que se realizou em Coimbra, no final da terceira semana de Maio. Morreu passados três dias!
Quote
“Sem carreiras, que pressupõem a entrada por concurso, a formação permanente, a progressão por mérito e um vencimento adequado, que há muito defendo seja igual aos dos juízes, não há Serviço Nacional de Saúde digno deste nome. A expansão do sector privado, verificada nos últimos anos, deveu-se a esta desestruturação e ao facto de a Lei 48/90 considerar o SNS como um qualquer subsistema, presente no ‘mercado’ em livre concorrência com o sector mercantil. É a filosofia neoliberal que visou a destruição do Estado Social e reduziu o SNS a um serviço residual para os pobres.” Unquote
Não há nada como morrer para serem reconhecidas as qualidades de cada um. Pena que não seja em vida!
"Aparecerem e "Esquecerem", no primeiro e terceiro parágrafo é bem escrito! É a consequência do AO que eu fiz com Jorge Jesus que por sua vez deu forma universal ao "forem ao mar e não trouxerem peixe" da nossa Ribeira!
tone do moleiro novo I, autoproclamado "O Chato"
As ZIF's e a agricultura tradicional.
No passado dia 21 de Maio, o JN publicou duas peças aparentemente independentes mas complementares.
Aqui vão
E
Quanto à primeira, é a história do com a verdade me enganas ao revés.
Nesta, com uma imprecisão se diz uma verdade!
Ardeu dentro ou fóra da ZIF???
P.E. Se no nosso monte de Santa Luzia deflagrar um incêndio, pode dizer-se que apenas uma área ZIF está a arder, dado que foi desenhado um perímetro ZIF que engloba todo o monte de Santa Luzia (e não só!).
No entanto dentro desse perímetro há propriedades não aderentes.
- E estas deixariam de de arder mesmo que as outras aderentes ardam?
Não acredito. E um dia que as propriedades, lá da Casa do Moleiro Novo, não aderentes à ZIF mas dentro do seu perímetro, ardam, vou indagar de onde veio o incêndio e depois responsabilizar a ZIF envolvente pelo que nos suceder.
Na certeza porém que se todo o território florestal fosse coberto de perímetros ZIF em caso de incêndios não os haveria noutro lado qualquer, para arder, fora das ZIF, pela simples razão que esses espaços não existiriam.
Há sim que analisar se as ZIF's nos livram de incêndios ou pelo menos que os minimizem.
E pelo que vejo não acredito que nos sirvam de muito. A noticia o confirma!
Mas no Barroso não! Pelos vistos! Segundo a segunda notícia.
Mas foi preciso virem cá as Nações Unidas reconhecer uma coisa de que os nossos governantes nunca quiseram saber. Da convivência e conivência, da lavoura com o território.
E vai d'aí
PATRIMÓNIO AGRÍCOLA MUNDIAL!
E na noticia de que a Agricultura tradicional garante qualidade termina com um seteitemente deveras surpreendente.
Gonçalo Ribeiro Telles sempre pregou a mesma coisa. Para os peixinhos!
Resta agora perguntar se os do Barroso ganham alguma coisa com isso.
- Será que, por manterem os seus montes limpos, minimizando os incêndios, lhes chega algum aos bolsos???
NA MINHA TERRA TAMBÉM NÃO.
Mas não admira. A agricultura que por cá se pratica não se enquadra nos parâmetros da tradicional. Não há aproveitamento da limpeza dos montes. O Montes não são limpos. Os poucos que o fazem não são apoiados por isso!
Logo
O MONTE ARDE!
Mas depois não faltam os cartos para pagar o combate aos incêndios.
tone do moleiro novo I - Auto proclamado "O Chato"
Aqui vão
E
Quanto à primeira, é a história do com a verdade me enganas ao revés.
Nesta, com uma imprecisão se diz uma verdade!
Ardeu dentro ou fóra da ZIF???
P.E. Se no nosso monte de Santa Luzia deflagrar um incêndio, pode dizer-se que apenas uma área ZIF está a arder, dado que foi desenhado um perímetro ZIF que engloba todo o monte de Santa Luzia (e não só!).
No entanto dentro desse perímetro há propriedades não aderentes.
- E estas deixariam de de arder mesmo que as outras aderentes ardam?
Não acredito. E um dia que as propriedades, lá da Casa do Moleiro Novo, não aderentes à ZIF mas dentro do seu perímetro, ardam, vou indagar de onde veio o incêndio e depois responsabilizar a ZIF envolvente pelo que nos suceder.
Para chegar à conclusão que para a questão dos incêndios a ZIF nos livra de maleitas depois de morto! E é isso que a notícia nos diz. E seria muito útil saber em termos estatísticos do que é que ardeu nas áreas dentro dos tais perímetros ZIF e do que é que ardeu em áreas em que não há perímetros ZIF definidos.
Há sim que analisar se as ZIF's nos livram de incêndios ou pelo menos que os minimizem.
E pelo que vejo não acredito que nos sirvam de muito. A noticia o confirma!
Porque a prevenção de incêndio assenta na limpeza sistemática que a lavoura tradicional garantia de uma forma racional e organizada tanto no tempo como no espaço. O Monte era mantido limpo. Os matos e o rapume, serviam de cama para o gado. E o processo resultava em estrume que adubava as terras que davam sustento a esse mesmo gado. Na Minha Terra tudo isso acabou com a entrada na CEE. Que segundo dizem foi um sucesso!!!
Mas no Barroso não! Pelos vistos! Segundo a segunda notícia.
Mas foi preciso virem cá as Nações Unidas reconhecer uma coisa de que os nossos governantes nunca quiseram saber. Da convivência e conivência, da lavoura com o território.
E vai d'aí
PATRIMÓNIO AGRÍCOLA MUNDIAL!
E na noticia de que a Agricultura tradicional garante qualidade termina com um seteitemente deveras surpreendente.
"A FAO também valorizou a existência de baldios que são de todos e onde o gado pode pastar livremente, bem como a existência de Casas agrícolas tradicionais, que passam de geração em geração dentro da mesma família."
Resta agora perguntar se os do Barroso ganham alguma coisa com isso.
- Será que, por manterem os seus montes limpos, minimizando os incêndios, lhes chega algum aos bolsos???
NA MINHA TERRA TAMBÉM NÃO.
Mas não admira. A agricultura que por cá se pratica não se enquadra nos parâmetros da tradicional. Não há aproveitamento da limpeza dos montes. O Montes não são limpos. Os poucos que o fazem não são apoiados por isso!
Logo
O MONTE ARDE!
Mas depois não faltam os cartos para pagar o combate aos incêndios.
tone do moleiro novo I - Auto proclamado "O Chato"
sábado, 19 de maio de 2018
DIA da ESPIGA
Foi no passado dia dez de Maio. Dia da Ascensão!
Já falei nisso em
http://lopesdareosa.blogspot.pt/2011/06/leite-de-mae-e-filha.html
Também falei de MÁRIO CALDEIRA PEDRA em
https://lopesdareosa.blogspot.pt/2017/06/mario-pedra.html
E aqui faço menção ás raparigas de Areosa e à veiga desta!
Já falei nisso em
http://lopesdareosa.blogspot.pt/2011/06/leite-de-mae-e-filha.html
Também falei de MÁRIO CALDEIRA PEDRA em
https://lopesdareosa.blogspot.pt/2017/06/mario-pedra.html
E aqui faço menção ás raparigas de Areosa e à veiga desta!
Também o Mário Pedra se perdeu no meio dos amores tornados imperfeitos. Despediu-se de nós num recado deixado ao cuidado do seu irmão mensageiro Manuel. Para trás ficou um texto que, tenho as minhas dúvidas que "a dos Rios", "a das Veigas", a dos Fontanários", "a dos Montes", "a de Vinha" de hoje mereça. Mas fica para a posteridade.
AREOSA
Areosa, sítio ameno
onde eu ia à Espiguinha
quando era mais pequeno
Suas veigas são tapetes
Quando do monte se avistam
E as saias das raparigas,
encarnadas tão garridas
Fazem lembrar num instante
Gotas de sangue brilhante
que estão na erva caídas.
Quando chega a primavera
e as papoilas aparecem
As aves em chilreada
Pousam na veiga renovada
E todas juntas oferecem
Trinados maravilhosos
À eterna Mãe Natureza
Que te deu tanta beleza
Desde o Monte até ao Mar
Onde vão ter os regatos
em meandros sinuosos
lutando contra o momento
de terem que te deixar
Areosa, sítio ameno
Onde eu ia à espiguinha
quando era mais pequeno
Mário Pedra
Nota da redacção.
Mário Pedra, um romântico no tempo em que era verdade ver aquela relutância dos regatos lutando contra o momento de terem que acabar a retirada. Hoje o Rio do Pégo corre mais lesto em enxurradas. Depois séca, como que evitando de véspera prolongar o convívio. Lá terá as suas razões!
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