domingo, 11 de fevereiro de 2018

Zé Amorim - Zé da Garrida


Gente que não era do faz de conta|



O Rogério da Ângela da Maranhão ofereceu-me esta imagem de seu pai, Zé Amorim aqui acompanhado pela Cila do Mário da Farrapeira. Ela das das Manças. A concertina era do o Henrique da Garrida, avô do Rogério. Os irmãos do tocador da fotografia,  o João da Loura e o Domingos da Sampaia, também tocavam concertina.

Por mero acaso a Anabela mostrou-me, no meio dos papeis de seu pai, a fotografia que segue e que eu procurava pois está publicada em diversas ocasiões de que lhes perdi o rasto.

A concertina já não era a do Ferrinhos, ali par os lados de Piães. É uma Hohner daquelas que eu tenho quatro.

As mulheres de Afife que o acompanham, de quem me lembro, mas onde apenas reconheço a Maria Catônha, não posso garantir mas sei ao certo que não iam na parada por acaso nem a representar coisa nenhuma. Eram mesmo daquelas que iam ao mar ao argaço!

Mas como o Rogério me vai guiar pela gente de Afife, eu chego lá!


lopesdareosa

sábado, 10 de fevereiro de 2018

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Van Dunen versus Marques Vidal


Interpretações da Constituição. 

Declarações de Van Dunen em  9 de Janeiro de 2018 

A ministra da Justiça abriu nesta terça-feira a porta de saída à Procuradora-Geral da República, Joana Marques Vidal, que termina o seu mandato em Outubro deste ano: 
"A Constituição prevê  um mandato longo e único. Historicamente é a ideia subjacente 
ao mandato", disse Francisca Van Dunem em entrevista à TSF, recordando que essa 
era "a grande questão que se colocava" quando o PGR era Cunha Rodrigues. Depois disso, "o que se estabeleceu foi um mandato longo e um mandato único", reiterou a ministra.



COMPAREM AGORA COM MARQUES VIDAL 
em Março de 2013

Ver 









































Porque é que os constitucionalistas, comentaristas, especialistas e outros artistas, não comentaram, nem comentam agora, o que a própria Marques Vidal disse em entrevista publicada no Boletim da Ordem dos Advogados nº 100 de Março de 2013 a pgs. 46 - Vou transcrever 

" Por alguma razão o mandado do Procurador-Geral da República é de seis anos, não renovável. E bem na minha prespetiva. Não estamos a falar de pessoas, mas dos cargos que exercem. unquote.

- Não me quererão convencer que era Marques Vidal que se queria pôr no olho da rua, ela própria?

- Não me quererão convencer que Marques Vidal deveria ter sido demitida por ter tal entendimento?

Os entendidos deveriam entreter-se em levar a coelhinha ao macho!
 Seriam mais profícuos!



Tone do Moleiro Novo I - O Chato (auto proclamado)

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Vou fazer Sessenta e Nove

Vou fazer Sessenta e Nove

Com as minhas homenagens ao Quim Barreiros. 
Dois anos mais velho, chegou aos sessenta e nove mais depressa 
e não deixou passar a data. 



- Isto que se segue não é plágio! É uma paráfrase! E nisso de fazer sessenta e nove, o Quim Barreiros decerto que não se importa que o vão parafraseando todos aqueles que 
lá cheguem!

retrouso
Vamos brindar vamos beber
quem faz sessenta e nove
nunca mais vai esquecer

Vamos beber vamos brindar
quem faz sessenta e nove
é pra sempre recordar


--------------------------------------------

Nasci a três Janeiro
do ano quarenta e nove
vamos em dois mil e dezoito
eu faço sessenta e nove 


Eu vou saboreando os anos
e que ninguém me reprove
hoje é a minha festa de anos
eu faço sessenta e nove 


retrouso

É sempre uma grande festa
pra quem chega a esta idade
ai quem faz sessenta e nove
atinge a felicidade


Este dois mil e dezoito
pra mim vai ser um regalo
pois fazer sessenta e nove
será bom só de lembrá-lo


Retrouso

Há jovens no cemitério
onde a terra cedo os cobre
e passam por esta vida
sem fazer sessenta e nove

Esta é a minha homenagem
àqueles que já cá não estão
Encurtaram a viagem
sem saber o que é bom 



Retrouso

MORAL DA HISTÓRIA

Não fazem os mentirosos
 nem o pato que tem bico
 nem o burro porque é burro
 nem o parvo maçarico

Nem os porcos que são porcos
 não o fazem no chiqueiro
 pois só há espetos de pau
 na casa do zé ferreiro


Retrouso e finale

Tenho inveja ao Quim Barreiros
 e da vantagem do Quim
 Pois já fez sessenta e nove
 Dois anos antes de mim




É generosa a intenção
quer do rico quer do pobre
em trocar de posição
ao fazer sessenta e nove




tone do moleiro novo 

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Nacionalismos

Não sei como começar!

Nem sei se este texto caberia nesta minha página. 
Normalmente o lixo não vem para aqui! 
Tenho um contentor mesmo à porta da Casa do Moleiro Novo!

Titulo também poderia ser RUI TAVARES

Titulo também poderia ser EURICO FIGUEIREDO, FERNANDO CONDESSO, JOSÉ ADELINO MALTEZ e , CARLOS FRAGA 

Mas vou, em primeiro lugar, citar o nosso Amigo ANTÓNIO VIANA. Escrevendo de vez 
em quando, diz coisas divertidas em português curiosamente aportuguesado!

Depois há leitores que lhe perguntam:

- Oh! António Viana, o que é que queria dizer com aquilo que escreveu no outro dia em tal sítio?

A resposta é sempre a mesma!

- O que eu queria dizer já o disse naquilo que escrevi! O caro leitor interprete como quiser! 

Tudo isto porque:

RUI TAVARES escreveu no PUBLICO em 17 de Novembro

"Enquanto a esquerda e a direita democrática não perceberem que as ideias se combatem com ideias e que as ideias nacionalistas, racistas e xenófobas se combatem com ideias cosmopolitas, anti-racistas e universalistas"

E logo em

https://www.publico.pt/2017/12/19/politica/opiniao/o-federalismo-democratico-helvetico-futuro-para-a-europa-1796172

Os restantes citados escrevem

1. Por uma aliança do patriotismo com o cosmopolitismo



São deploráveis os comentários de Jean-Claude Junker, ex-líder de um minúsculo país,
o Luxemburgo, sobre quantos Estados deverão integrar a UE, sendo claro que deverão
integrar a UE todos os Estados europeus que cumprirem os requisitos de entrada!
Como também são deploráveis, a nível nacional, os comentários do ideólogo do Livre,
Rui Tavares, que estimamos, denegrindo o patriotismo. Refere no PÚBLICO de
17 de Novembro último:

“Enquanto a esquerda e a direita democrática não perceberem  que as ideias se combatem 
com ideias e que as ideias nacionalistas, racistas e xenófobas se combatem com ideias 
cosmopolitas, anti-racistas e universalistas”, 

está-se, de facto, a insinuar que as ideias nacionalistas (preferimos o termo patrióticas, não 
sendo por acaso que R.T. usa o termo nacionalista...), racistas e xenófobas são uma e a mesma coisa... Esquecendo, contudo, que na patriótica Catalunha se fez a mais impressionante manifestação 
a favor da imigração para a Europa das vítimas da guerra na Síria...
Opor cosmopolitismo, universalismo, ao patriotismo é esquecer que a busca de identidade é talvez a mais poderosa força de humanização. Com uma federação europeia procura-se um duplo patriotismo: o nacional e o europeu.

Unquote

Esperneou Rui TAVARES ontem dia 20 de Dezembro em

https://www.publico.pt/2017/12/20/politica/opiniao/com-estimas-destas-ninguem-precisa-de-estigmas-1796621


Que não vou, sequer, comentar.

MAS

Não se trata de rebater qualquer ideia de RUI TAVARES. Não se trata de estar ou deixar estar de acordo com um criptocomunista sabotador vendido aos interesses americanos que mais não deseja senão o enfraquecimento da Europa Unida! E consequentemente de uma salutar discussão sobre os conceitos.

Trata-se só e apenas de que um grupo de catedráticos se ter dado à liberdade e ao trabalho de alterar uma palavra empregue por RUI TAVARES - nacionalistas - por uma outra - patrióticas - para daí zurzirem no homem, pois essa sua (deles) acção lhes permitiu contrapor os argumentos que lhes convinham para apoucar o desgraçado!

Meu barato ANTÓNIO VIANA! Não mais dizemos o que queremos dizer. Nem expressamente escrevemos aquilo que expressamente escrevemos. Dizemos isso sim aquilo que expressamente nunca dissemos. Escrevemos, isso sim, aquilo que nunca escrevemos. (Pelos vistos)

É evidente que RUI TAVARES já reagiu explicando a diferença que encontra na utilização e consequente ou precedente, significado que essas  duas palavras assumem no seu discurso.

Mas aos catedráticos eu pouparia a lição! - Poderiam ter consultado a GRANDE ENCICLOPÉDIA PORTUGUESA E BRASILEIRA.

Ou ter lido de 28 de Abril deste ano um texto de João Ferreira do Amaral
http://rr.sapo.pt/artigo/82265/cosmopolitas_nacionalista_e_patriotas

Que poderia ser utilizado para zumpar ou apoiar  o TAVARES sem no entanto deturpar o que este escreveu!

Aos catedráticos também que poderiam levar a coelhinha ao macho. Seriam mais profícuos.

tone do moleiro novo I - auto proclamado O Chato!



quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Sandra Rodrigues

Desta vez encontrei algo positivo em 

Resultados da procura

Incêndios. Sementes lançadas por aviões geram pastos em terrenos ...

https://www.publico.pt/.../sementes-lancadas-por-avioes-geram-pastos-em-terrenos-quei...


há 17 horas - Ambientalistas dizem que estabilização dos solos depois dos incêndios está, finalmente, a ser feita no tempo certo. Sementes são lançadas de avião em zonas íngremes onde vão crescer os pastos que vão evitar o arrastamento das terras com as primeiras chuvas. Sandra Rodrigues. 6 de Dezembro de ..


Noticia que me mereceu este comentário no Feicebuque

O que eu digo sobre isto é que já disse isso mesmo em
http://lopesdareosa.blogspot.pt/…/a-ocasiao-faz-opiniao.html
Mas o mais interessante é logo de seguida haver quem diga que são intervenções 
sem efeito prático! 
- Quem não acredita na Natureza não acredita em Deus.
- Quem não acredita em Deus não acredita na Natureza!
Eu, que olhando a Natureza fico deslumbrado com o Criador, vejo que aquela
faz milagres quando a ajudamos.
Que é o que eu já fiz quando, uma das propriedades lá de casa, ardeu!
Daí que, tendo eu fama de ( graças a Deus) ser ateu,  semeio erva sempre que isso acontece!

                                     
lopesdareosa - O Idiota

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Inês Cardoso

Li ontem no JN.

https://www.jn.pt/opiniao/ines-cardoso/interior/4-ines-cardoso-8960696.html

Vou repetir
Opinião


Sozinhos

Inês Cardoso*Ontem às 00:04


As portas vão-se fechando. 
A frase nunca me sai da cabeça, volta sempre que alguém parte na 
aldeia onde nunca vivi mas que sempre foi minha. Nos lugares 
pequenos, aqueles em que os moradores se contam pelos dedos e em que 
cada um ocupa um espaço incomensurável, as geografias afetivas mudam 
cada vez que uma casa fica vazia. Voltei a lembrar-me da frase quando 
este fim de semana li os relatos da intervenção do investigador Xavier 
Viegas, alertando que as pessoas têm de se organizar e preparar cada 
vez mais para enfrentar situações de catástrofe sozinhas, porque os 
bombeiros não chegarão a tempo.

Percebo o realismo de quem tem passado a vida a estudar as 

circunstâncias em que morrem vítimas de incêndios florestais. Este ano, 
assistimos à incapacidade do socorro e vimos como tantas populações 
tiveram de arriscar e decidir por elas o que fazer. Temos um meio rural 
caracterizado pela dispersão de habitações, os problemas fundos que 
conhecemos na floresta, bombeiros que não chegam para tudo.

Olhando para a maioria das aldeias no interior, o que se vê, contudo, 

é uma população profundamente envelhecida. Como pode pedir-se a 
pessoas com 70 e 80 anos que se preparem para o dia em que o fogo 
eventualmente as cercar? Se olharem com seriedade e sentido de 
responsabilidade para os sucessivos estudos, as autarquias devem 
preparar com as populações planos de ação. Identificar líderes em cada 
localidade, promover formações, encarar os serviços municipais como 
instrumentos ativos e focados na prevenção.


Mas há, por detrás de qualquer lirismo com que possa encarar-se 

este problema,um drama maior difícil de atacar. Só rejuvenescendo 
as povoações haverá capacidade de autodefesa e mobilização das pessoas. 
Ontem, o JN contava a história de Quintandona, uma aldeia de xisto 
em Penafiel que duplicou o número de habitantes numa década. 
A receita? Uma aposta forte na reabilitação, apoiada por fundos 
comunitários, e uma programação cultural arrojada, com eventos 
que atraem visitantes.

A revitalização do interior não se faz com planos macro, se não forem 
acompanhados de um forte envolvimento local. É preciso sinalizar, 
concelho a concelho, aldeias com potencialidades de revitalização. 
Motivar agentes locais, capacitar os melhores, incentivar a criatividade. 
Com uma canalização inteligente de verbas e com capacidade de correr 
riscos, coisa de que os decisores políticos costumam fugir a sete pés.

Sem risco e criatividade, as portas continuarão a fechar-se.

SUBDIRETORA

Comentário meu no Facebook 

Digo que vem ao encontro dos meus comentários ao Post de Nádia Piazza 
de 3 de Dezembo de 2017 pelas 14.11. 
- Somos um país rural governado por iluminados de mentalidade urbana! (a)
- Inventaram a Pólis! 
E até tremo quando ouço falar nas requalificações. 
Normalmente significa mais artificialização e cimento armado. 
Mas ainda não repararam que o que Portugal necessita é de uma Ruris!

(a) - No entanto também aparece gente lúcida!

tone do moleiro novo I - autoproclamado O Chato