Segundo o que vinha de trás eram no terceiro domingo de Setembro!
Em 2010 anteciparam-nas para o segundo domingo de Setembro!
Atiraram-as para cima das Festas da Senhora da Bonança em Vila Praia de Âncora!
E ciclicamente, para cima da Peneda sempre que o primeiro domingo de Setembro calhe nos dias 1,2 ou 3!
Foi o que aconteceu este ano. O dia grande da Peneda, 6 para 7, foi de quarta para quinta!
Precisamente, Ponte de Lima, resolve bater o tal record das concertinas nesse mesmo dia!
Batê-lo-ia em qualquer dia, fosse na terça ou na quinta! Ou dali a uma semana!
Mas foi mesmo coincidir com a Peneda!
Vá lá que do tal record ainda sobraram concertinas. Estavam na Peneda!
lopesdareosa
domingo, 10 de setembro de 2017
quinta-feira, 31 de agosto de 2017
VALE MAIS
Estar calado do que dizer asneiras!
Isto porque na revista Alto Minho - Vale Mais, nº 56, reporta a páginas 60 e 61 que o Forte da Lagarteira é também conhecido pelo Forte de Âncora, por se erguer na margem direita do rio com o mesmo nome!
E que integra um conjunto de quatro fortes sendo os outros três; o Forte do Cão, o Forte de Montedor e o Forte de Vinha.
Apresenta a página 60 uma fotografia da ponta Norte/Nascente do Forte da lagarteira!
Em primeiro lugar o Forte da Lagarteira não é o Forte de Âncora.
O único Forte de Âncora é o Forte do Cão. Âncora é na margem esquerda do rio com o mesmo nome e não na margem direita. Por isso até chamam, de vez em quando, a este forte o Forte da Gelfa!
Aliás basta atentar na gravura já na página 61 para verificar que o tal Forte está referido ao Portinho da Venda-Velha na Freguesia de Gontinhães sem qualquer referência a Âncora!
Depois, no seguimento, não há qualquer Forte de Montedor.
Montedor fica em Carreço e o único Forte existente em Carreço é o Forte da Posta situado no Lugar de Paçô e por isso também conhecido por Forte de Paçô!
Não é por nada! Apenas para que alguém lendo essa informação não venham depois dizer que ninguém a corrigiu!
tone do moleiro novo
( pode não perceber lá muito de fortes. Mas é um barra em geografia!)
quarta-feira, 16 de agosto de 2017
Dois videous
Já aqui publiquei os dois em circunstâncias próprias. Não resisto a emparelha-los nesta canga que a rede permite.
Um está em
http://lopesdareosa.blogspot.pt/2011/10/se-beleza-fosse-caldo.html
O outro está em
http://lopesdareosa.blogspot.pt/2017/07/gente-da-minha-terra.html
Não me venham com as distâncias.
Uma é a Glen Close a cantar Send in the clowns.
A outra é a nossa Joana Ferreira a cantar, na Lituânia, A Chuva do Jorge Fernando,
De ambas o perfil!
De ambas o brinco interesseiro.
De ambas aquela curvatura nasal surrealista.
De ambas o cabelo ventoso.
Em ambas as palavras cantadas, ditas, entendíveis
Em ambas o meu estupor por cantarem daquela forma!
Em ambas aquele sorriso de universo em vias de extinção.
No Send in the Clowns aquele sublinhado musical.
N'os de Areosa aquele humilde acompanhamento.
Na Glen Close o fim de festa!
Na Joana, aquele faqueiro magnifico que se o mundo terminasse à dentada a Joana seria finalista!
Em ambas o sublime. (diria eu!)
lopesdareosa
Só espero que o Jorge Fernando não saiba. Os de Areosa teriam que pagar roialties!
Um está em
http://lopesdareosa.blogspot.pt/2011/10/se-beleza-fosse-caldo.html
O outro está em
http://lopesdareosa.blogspot.pt/2017/07/gente-da-minha-terra.html
Não me venham com as distâncias.
Uma é a Glen Close a cantar Send in the clowns.
A outra é a nossa Joana Ferreira a cantar, na Lituânia, A Chuva do Jorge Fernando,
De ambas o perfil!
De ambas o brinco interesseiro.
De ambas aquela curvatura nasal surrealista.
De ambas o cabelo ventoso.
Em ambas as palavras cantadas, ditas, entendíveis
Em ambas o meu estupor por cantarem daquela forma!
Em ambas aquele sorriso de universo em vias de extinção.
No Send in the Clowns aquele sublinhado musical.
N'os de Areosa aquele humilde acompanhamento.
Na Glen Close o fim de festa!
Na Joana, aquele faqueiro magnifico que se o mundo terminasse à dentada a Joana seria finalista!
lopesdareosa
Só espero que o Jorge Fernando não saiba. Os de Areosa teriam que pagar roialties!
Patrícia Melo
Li no PÚBLICO de 14 de Agosto de 2017 um artigo, deveras notável, da autoria de Patrícia Melo.
Ver https://www.publico.pt/2017/08/14/economia/noticia/ha-que-fazer-a-estrada-para-um-desenvolvimento-regional-mais-equilibrado-1782149
Título
No seguimento a autora salienta o facto da Área Metropolitana de Lisboa ter uma produtividade superior à do resto do país apoiando ou apoiando-se as e nas teorias que fenómeno tal explicam.
Mas eu duvido.
- Em que se baseiam as estatísticas?
- Como são calculados os índices de produtividade?
- Em cima da hora útil trabalhada?
- Qual a unidade de produto utilizada?
- Contarão as contas com o facto dessa gente perder , por ano, 130 horas nas idas e vindas para e do trabalho?
- Contarão com a parte correspondente à utilização e amortização de infraestruturas caríssimas e também as pagas por todos nós?
- Contarão com o custo da energia despendida por cada um e também a paga por todos nós?
Quando os especialistas e demais teóricos me mostrarem essas contas talvez eu acredite!
E digo talvez pois na maioria dos casos esses interlocutores não passam de aldrabões!
É simples! Basta abrir o mesmo PÚBLICO de 14 de Agosto de 2017 e lá se encontra a resposta. Aqui vai o respectivo scaner do scaner!
tone do moleiro novo
( a memória é phodida)
Ver https://www.publico.pt/2017/08/14/economia/noticia/ha-que-fazer-a-estrada-para-um-desenvolvimento-regional-mais-equilibrado-1782149
Título
Que estrada leva a um desenvolvimento regional mais equilibrado?
PATRÍCIA MELO
Sub titulo
"É irónico que os fundos europeus que pretendiam reduzir as disparidades regionais tenham sido os mesmos a promover uma maior concentração geográfica das atividades económicas no litoral urbano"
Unquote
Ora já o título me merece uma resposta. E está é simples!
- A estrada que leva a um desenvolvimento regional mais equilibrado é a estrada da inteligência. Servida pelas rotundas do bom senso, a que as cangôstas do conhecimento dão acesso, servida pelas veredas do estudo, consubstanciadas pela execução das quelhas necessárias.
No seguimento a autora salienta o facto da Área Metropolitana de Lisboa ter uma produtividade superior à do resto do país apoiando ou apoiando-se as e nas teorias que fenómeno tal explicam.
Mas eu duvido.
- Em que se baseiam as estatísticas?
- Como são calculados os índices de produtividade?
- Em cima da hora útil trabalhada?
- Qual a unidade de produto utilizada?
- Contarão as contas com o facto dessa gente perder , por ano, 130 horas nas idas e vindas para e do trabalho?
- Contarão com a parte correspondente à utilização e amortização de infraestruturas caríssimas e também as pagas por todos nós?
- Contarão com o custo da energia despendida por cada um e também a paga por todos nós?
Quando os especialistas e demais teóricos me mostrarem essas contas talvez eu acredite!
E digo talvez pois na maioria dos casos esses interlocutores não passam de aldrabões!
Mas o Período mais interessante do texto é este final :
"Não deixa de ser irónico - e daí talvez não, se nos lembrarmos da NGE - que os fundos europeus que pretendiam reduzir as disparidades regionais tenham sido os mesmos a promover uma maior concentração geográfica das atividades económicas no litoral urbano."
Oh! Dona Patrícia Melo! A senhora está a ser benevolente demais.
Não é irónico! É TRÁGICO!
E as vertentes dessa tragédia são; o despovoamento, o abandono do território e são os incêndios!
E as vertentes dessa tragédia são; o despovoamento, o abandono do território e são os incêndios!
- Porque é que não manda t0da essa condescendência ao Senhor Professor Doutor Cavaco Silva e lhe pergunta para onde é que foi o dinheiro dos fundos europeus que pretendiam reduzir as disparidades e assimetrias regionais etc e tal, e que afinal serviram para promover mais, assimetrias, disparidades e concentração no litoral de tudo e mais etc. e tal?
- Não eram os fundos chamados de coesão?
- Coesaram o quê?
Então por volta de 1986 não veio cá um tal Jacques Delors garantir que não faltaria dinheiro para desenvolver o interior e de apoio ao mundo rural?
- Quem era (e foi durante os dez anos subsequentes) o responsável pelo destino de Portugal e o responsável pela utilização de tais verbas?
- Não se lembra?
Por alturas de 93 havia um barco, havia um rumo e havia uma pessoa ao leme que geria as tais verbas desses tais fundos europeus!
Honra lhe seja feita! É o próprio que assume as responsabilidades!
( a memória é phodida)
terça-feira, 15 de agosto de 2017
LENÇOS DE NAMORADOS
Nestes dias li uma coisa no mínimo hilariante!
http://vilaverde.net/2017/07/17/tribunais-adere-minho-retira-lencos-de-namorados-a-julia-fernandes/
http://vilaverde.net/2017/07/17/tribunais-adere-minho-retira-lencos-de-namorados-a-julia-fernandes/
"Tribunais. ADERE-MINHO retira “Lenços de Namorados” a Júlia Fernandes"
E o seguimento da notícia mereceu-me este comentário:
"E porque é que se regista a favor de um particular uma denominação que é pública?
Registar os LENÇOS DE NAMORADOS em favor de alguém é o mesmo que registar o ARROZ DE SARRABULHO em favor de um determinado restaurante. - Ou seja, um absurdo!
Dizer que aqueles LENÇOS DE NAMORADOS DO MINHO é um exclusivo seria a mesma coisa que inibir a minha mãe de bordar lenços de namorados e dizer que são do Minho, mais precisamente de Areosa e vendê-los como tal.
Se houvesse outro esperto que registasse LENÇOS DE NAMORADOS DE PORTUGAL, já os do Minho teriam que baixar a bolinha.
E se ouvesse um outro que registasse a patente de LENÇOS DE NAMORADOS DO MUNDO?
- Esse ganharia a todos! Pelos vistos!
E se fossem levar a colhinha ao macho? - Não seria mais profícuo?"
Isto vem a propósito de também ter ouvido dizer que os bonecos tradicionais da Madeira eram exclusivo de uma empresa e que estava proibida a venda de bonecos da Madeira que não fossem adquiridos a essa mesma empresa!
Ora acontece que em Santa Luzia, aqui por cima de Areosa, diversas pessoas vendem o Manel e a Maria vindos de diversas proveniências!
Que se cuidem. Pode ser que a tal empresa da Madeira se lembre de registar esse par minhoto a seu favor e lá se vai o negócio!
tone do moleiro novo, pôrra que é demais!
segunda-feira, 7 de agosto de 2017
PERINEU
Perineu.
Aquela região que, sempre que a visito, me deixa indeciso entre o Golfo da Biscaia e o Golfo das Rosas.
tone do moleiro novo ( agora deu uma na geografia)
Aquela região que, sempre que a visito, me deixa indeciso entre o Golfo da Biscaia e o Golfo das Rosas.
tone do moleiro novo ( agora deu uma na geografia)
sexta-feira, 28 de julho de 2017
Fora da bouça que a bouça é nossa
Ora aqui está a minha prova de corta mato.
Podem encontrar em
https://www.youtube.com/watch?v=NmCrFohcUUs&t=89s
O que não expliquei nas filmagens é que limpei a bouça sem ter PGF, sem pertencer à ZIF e sem pertencer a uma qualquer, confraria, irmandade ou fabriqueira!
O próximo movie será sobre o estado calamitoso em que os antigamente chamados serviços florestais, deixaram o Nosso Monte Baldio.
tone do moleiro novo
Bastardo do carallo do que ele se lembra!
Podem encontrar em
https://www.youtube.com/watch?v=NmCrFohcUUs&t=89s
O que não expliquei nas filmagens é que limpei a bouça sem ter PGF, sem pertencer à ZIF e sem pertencer a uma qualquer, confraria, irmandade ou fabriqueira!
Ironia amarga aquela da referência ao Nosso PR Marcelo Rebelo de Sousa, que há um ano e consequência do que aconteceu nesse verão, disse que nada seria como dantes. Este ano tornou a ser! E será para o ano e seguintes pois não é de repente que se corrigem erros de décadas. E coloco o início do descalabro não só antes mas principalmente após a nossa entrada na CEE. Então, recebemos apoios mais que suficientes para colocar o País na rota certa. Pena que não se saiba para onde foi o dinheiro que não faltaria para desenvolver o interior e combater o despovoamento. O desenvolvimento desta vertente seguirá um dia se Deus me der vida e saúde!
tone do moleiro novo
Bastardo do carallo do que ele se lembra!
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