Está tudo em
https://lopesdareosa.blogspot.com/2019/03/peto-de-animas.html
tone do moleiro novo
sábado, 9 de março de 2019
sexta-feira, 8 de março de 2019
Pêto de ánimas
Esta fotografia está em
https://gl.wikipedia.org/wiki/Peto_de_%C3%A1nimas
Agora consultem
https://www.snpcultura.org/vol_alminhas.html
https://www.snpcultura.org/fotografias/vol_alminhas.html
De onde realço:
"Portugal é o único país do mundo que possui no seu património cultural, localizadas habitualmente à beira de caminhos rurais e em encruzilhadas, as alminhas, representações populares das almas do Purgatório que suplicam rezas e esmolas e que frequentemente surgem em microcapelinhas, padrões, nichos independentes ou incrustados em muros ou nos cantos de igrejas, painéis de azulejo ou noutras estruturas independentes. Mas uma grande parte deste património representativo da religiosidade popular portuguesa está a degradar-se crescentemente, rodeada por silvas, alvo de actos de vandalismo avulso e reflexo directo e generalizado da pressa da vida actual, do abandono das zonas rurais do país e da indiferença que predomina nas autarquias em relação aos pequenos monumentos saídos da imaginação e da devoção do povo.
"As alminhas são uma criação genuinamente portuguesa e não há sinais de haver este tipo de representação das almas do Purgatório, pedindo para os vivos se lembrarem delas para poderem purificar e "subir" até ao Céu, em mais lado nenhum do mundo a não ser em Portugal", afirma António Matias Coelho, professor de História, investigador de manifestações da cultura religiosa e popular e organizador de dois encontros nacionais sobre Atitudes perante a morte, realizados há alguns anos na Chamusca.
Fim de citaçãoO texto principal é de Manuel Fernandes Vicente e foi publicado In Público, 02.11.2009
Que por sua vez cita António Matias Coelho, professor de história, etc. etc. etc.
Ou seja esses senhores nunca foram à Galiza!!!
Mas nem necessitam de lá ir. Têm informação suficiente na NET
Já agora ouçamos o nosso Padre Coutinho em
http://acoutinhoviana.blogspot.com/2016/08/as-alminhas.html
Mesmo assim surpreende-me que não se refira à Galiza onde haverá mais Alminas que em Portugal Inteiro!!!
lopesdareosa
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019
Não há Cadastro?
Não há Cadastro?
Dos jornais
“O Estado dá seis meses
para reclamar terras sem dono”
Tudo
não passa de uma mistificação! Não há terras sem dono! O ESTADO sabe a quem
mandar a conta do IMI de cada uma parcela de terreno matriciado nas Finanças.
É verdade e eu reconheço, que há muitos herdeiros que não sabem onde estão situadas as propriedades
-
Mas o Estado SABE!
Dizem
que não há cadastro. - NÃO É VERDADE!
O
cadastro existe! São as matrizes nas Finanças! O que não existe é o
levantamento topográfico das propriedades. O que não existe, realizado em muito
território, é aquilo que em termos técnicos se chama “RESTITUIÇÃO”.
Para
os “ministros entendidos” há que fazer como na primária. - Trabalho de casa!
Escrever
cem vezes “ CADASTRO é uma coisa. RESTITUIÇÃO outra!”
A
Matriz predial ( estamos a falar da rústica) informa a área, a freguesia, o sítio e os
confrontantes.
Repare-se que nunca uma Autoestrada, uma IC,
ou outro empreendimento, mesmo por montes e vales, deixou de ser feito com a
desculpa de que não se conheciam os donos das terras!
Podem surgir casos que o Estado não receba o
IMI por não encontrar de imediato o proprietário! Neste caso terá então já
penhorado uma data de propriedades! Neste caso terá então já executado a dívida
e vendido as mesmas em hasta pública (1). Outras estarão ainda em posse do
mesmo Estado (2).
Das primeiras sabe-se quem é o dono pois sabe-se a quem
foram vendidas. - E as segundas???
- Tem já o Estado alguém a tratar delas???
Agora pretende-se que sejam
os proprietários a fornecer a "restituição" do cadastro caso a
caso quando essa seria, por lei, obrigação do Estado e a ser realizada de uma
forma sistemática e organizada.
Para
isso existia (existe?)o Instituto Português de Geografia e Cadastral. Criado em
1994. Ver o DECRETO-LEI
nº74/94. D.G. I Série de 5 de março de 1994. Nos artigos 2º e 3º está lá tudo!
Agora
há uns gabinetes que aceitam de gente ingénua mas também de oportunistas o
registo "topográfico" feito, caso a caso, em cima das imagens google
na pantalha de um computador!!!. Cada um marca o que lhe apetece! Também
há quem mande o GPS marcar no terreno. Mas como no terreno não estão os
vizinhos, e na maioria dos casos não
estão limpos, marca-se o que é do mandante
e também o que não é! –
Sei de casos que podem indiciar outros!
Daqui
a uns anos os vizinhos que apaguem a luz e fechem a porta nos tribunais!
(Já
publiquei um texto sobre isto)
Depois, anda toda a gente às aranhas quando por um nome
confrontante se procura uma determinada propriedade. Mas a matriciação nunca
deveria indicar como confrontantes pessoas mas sim o artigo vizinho.
Os detentores da propriedade mudam sem que se altere a sua referência
nos artigos envolventes. Uma procura posterior esbarra com a dificuldade dessa
identificação quando as Finanças nem sequer têm fólios dessas pessoas!. Por
outro lado não foram em 1939 relacionados os novos artigos com a antiga
matriciação. Isso nesse tempo não seria difícil dado que muitos proprietários
teriam em seu poder os documentos necessários. Perdeu-se muito histórico! Mas ainda hoje é possível essa reconstituição
pelas escrituras anteriores a 1939.
Agora o mesmo Estado, que deveria ter elaborado
sistematicamente, neste entretanto e desde 1994, todo o trabalho previsto na
Lei, estabelece agora prazos repisando aquela daquele professor que diz no
inicio da aula:
- Quem falta levante o dedo!
Coincidindo agora com toda a gente a andar à procura dos
proprietários para os intimar a limpar o monte. Para os intimar e para os
intimidar.
Ajudar??? – TÁ QUETO!
(Vai-te embora Fevereiro curto)
António
Alves Barros Lopes
Nota: Já tinha falado no assunto em https://lopesdareosa.blogspot.com/2014/05/o-cadastro.html
O texto agora publicado saiu na A AURORA DO LIMA edição de 21 de Fevereiro de 2019.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019
Henrique Pereira dos Santos
Bem! Já publicitei a minha opinião no meu feicebuque
Mas podem ir lá ou ler aqui o texto. Os que mandam e podem ou os outros que podem e mandam deveriam não só ler mas actuar em conformidade!
https://www.publico.pt/2019/02/25/sociedade/opiniao/nao-sao-1862434#gs.IduF8Ls0
Com os meus cumprimentos ao Autor!
tone do moleiro novo
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019
Entre as Brêtemas da memória
... e pelos Paúis da Cova dos Mouros em Carreço.
Qual Sebastião apressado em fugir à objectiva!
Não conseguiu. O Ernesto estava lá!
Quem não tem nada a ver com isto sou eu!
Tone do Moleiro Novo, mais conhecido pelo lopesdareosa
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019
Histórias de Lobos
Encontrei na página de Paulo Alves, as seguintes imagens.
- ÓH Homem sempre que suba ao monte, leve uma caçadeira e na iminência de um ataque, abata o animal!!!
O Homem deu saltos!
- Resultado! - Acabou a reunião!
No Lugar de Vilarinho em Covas
Que se tratam da carcassa de uma vaca que restou depois de um ataque de:
- Uns dizem que foi lobo.
- Outros dizem que foram cães assilvestrados!
Vou contar a minha história
Há uns anos vieram a Outeiro uns pândegos garantir que não havia lobos.
- Só cans assilvestrados!
Desde logo não entendi então o porquê da reunião dado que no seu anúncio se tratava de uma sessão de esclarecimento acerca da protecção aos Lobos. Isto na "serra" de Santa Luzia e dirigida a uma comunidade detentora da maior concentração de garranos na chão. Curiosa coincidência!
- Desde logo pensei para mim se tal se tratava para que é que se estava a falar da protecção duma coisa que, no local, não existia!
E lá fui ouvindo que o lobo não era assim tão mau como parecia.
Que era necessário protegê--lo.
Que tinha a má fama de atacar os rebanhos, mas que afinal não era verdade pois o que havia era cães assilvestrados!
- O pessoal é que não sabia distinguir entre um lobo e um cão assilvestrado!
- Mas os especialistas foram avisando que se alguém matasse um lobo ia preso! Pois era um crime previsto na lei de Protecção aos lobos!
Imaginem a confusão que se instalou na minha pobre cabeça. Primeiro não havia lobos, só havia cães assilvestrados. Mas se um desgraçado matasse um lobo seria enjaulado!
Desta forma qualquer dono de um rebanho que fosse atacado por um bicho desses e como não sabia distinguir entre um lobo e um cão, teria que perguntar ao bicho o que era e só depois dar-lhe um tiro em defesa dos seus animais.
Em alternativa e não tendo um desses entendidos por perto para o assessorar, o nosso pastor teria que tirar uma fotografia ao bicho enviar para o Parque Peneda e Gerês, pedir ao bicho que não abandonasse o local e esperar pela confirmação para depois disparar. Nos dias de hoje com um smartfone seria rápido (se houvesse rede e o gajo não fugisse).
- Um, mais desesperado que eu, de Outeiro, perguntou então o que podia fazer se visse um desses bichos atacar o seu rebanho.
- Farto dos prosapianos (de prosa e de prosápia) dos responsáveis e entendidos, o Lopesdareosa disse ao Homem:
O Homem deu saltos!
- Mas se abater um lobo vou preso, retorquiu o Homem ainda mais desesperado!
- Se isso acontecer, o Senhor vai a tribunal dizer ao juiz que o abateu por engano pois não sabia distinguir entre um lobo e um tal assilvestrado.
- E NESSA ALTURA TEM UM MONTE DE TESTEMUNHAS A SEU FAVOR. ESTÃO TODOS NA SUA FRENTE, ALI NA MESA!!!
Rematou o Lopesdareosa.
- Resultado! - Acabou a reunião!
E foram todos comer o chouriço, o presunto, a brôa e beber o vinho que, mesmo assim, os de Outeiro ofereceram aos convidados!
Resumindo!
Sou pela preservação da natureza. Sou pela protecção dos lobos! Conheço a Lei de Protecção dos lobos! Mas quanto à propriedade e ao lobo, coloco-os nesta mesma sequência!
E só faço um pequeno reparo aos entendidos!
Os que defendem a existência dos lobos, apenas porque sim, são os verdadeiros criminosos
Pois se não lhes dão de comer os lobos morrem à fome!!!
tone do moleiro novo ( a coisa não acaba aqui!)
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019
LIMPEM
Da Propaganda
PORTUGAL
CHAMA
Seria mais assertivo
PORTUGAL - CHAMAS
Da minha lavra
Para o combate
aos incêndios não falta dinheiro!!!
- Onde está
o dinheiro que dizem disponível para a prevenção?
- Nessa
prevenção não está incluída a limpeza dos terrenos???
Mas o Estado
intima os proprietários para fazer essa limpeza e intimida-os com coimas!
O Estado não
assume…
- Limpem os
terrenos que o Estado auxilia.
O Estado
ameaça com castigos (como se faz aos meninos pequeninos)
- Se não
limpa os terrenos nós multamos!
- Depois
vamos lá e apresentamos a factura. ( nessa altura já sabem quem são os donos!)
E A PERGUNTA
É SIMPLES
- PARA ONDE
VAI O DINHEIRO QUE AO QUE DIZEM ESTÁ ALOCADO À LIMPEZA?
- Não seria
mais curial ( e honesto já agora) deitarem cá para fora uma propaganda do género.
Sr.
Proprietário limpe o seu terreno.
Os nossos técnicos vão lá.
Confirmam que a limpeza está feita
Fazem o
levantamento topográfico.
E receberá uma compensação por ter
contribuído com o seu trabalho
para a prevenção de incêndios.
( tá queta
lina!)
tone do Moleiro Novo
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